Mudaram as estações,
Muita coisa mudou.
O sol já não castiga a pele,
Mas também não banha o mundo de cores.
Já não há mais calor que implora suor,
Já não há mais fogo pra aquecer.
O vento frio entra pela janela,
O ar gélido penetra meus pulmões
E me faz lembrar que também,
Bem frio é meu coração.
Tudo está sem cor,
Tudo está estático, frio, abandonado.
Tudo se foi, tudo passou.
A última esperança é que venha outra estação,
E encha o mundo novamente da vida que se foi.
C.A.T.R
"Os poetas não têm pudor em relação às próprias experiências: eles as exploram!" Friedrich Nietzsche
sábado, 26 de setembro de 2015
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Poeta fui,
Amar amei,
Sorrir sorri,
Chorar chorei.
Agora cresci,
E homem serei,
E vejo que perdi,
Muito do que esperei.
Maduro estou,
E não faz mais sentido,
O Amor que passou,
E que nunca deveria ter sido.
Hoje parece que amar,
É uma bobeira tão grande,
Que eu queria voltar,
Naquele exato instante,
Em que eu sonhava com o amor,
Em que sentia o calor
Daquela grande paixão
E o sabor da doce ilusão.
Não existe fase melhor,
Que nossa adolescência,
Quando do amor se tem a maior
Certeza até mesmo que da ciência.
Mas graças a Deus acabou,
Aquela fase atrasada,
Hoje já vejo quem sou,
E posso seguir a estrada.
A palavra é maturidade,
E equilíbrio também,
E hoje com minha idade,
Do amor não sou refém.
C.A.T.R
Amar amei,
Sorrir sorri,
Chorar chorei.
Agora cresci,
E homem serei,
E vejo que perdi,
Muito do que esperei.
Maduro estou,
E não faz mais sentido,
O Amor que passou,
E que nunca deveria ter sido.
Hoje parece que amar,
É uma bobeira tão grande,
Que eu queria voltar,
Naquele exato instante,
Em que eu sonhava com o amor,
Em que sentia o calor
Daquela grande paixão
E o sabor da doce ilusão.
Não existe fase melhor,
Que nossa adolescência,
Quando do amor se tem a maior
Certeza até mesmo que da ciência.
Mas graças a Deus acabou,
Aquela fase atrasada,
Hoje já vejo quem sou,
E posso seguir a estrada.
A palavra é maturidade,
E equilíbrio também,
E hoje com minha idade,
Do amor não sou refém.
C.A.T.R
domingo, 19 de outubro de 2014
Paixonite Aguda
DEFINIÇÃO: Paixonite Aguda é uma síndrome que acomete o encéfalo e o coração. Causa quadros de cegueira, confusão mental, hipertensão, taquicardia, dispneia aos mínimos esforços, taquipneia, tremor, vertigem, calafrios e gagueira. Outros sintomas são pouco descritos.
EPIDEMIOLOGIA: Essa síndrome afeta populações do mundo todo. Mais recorrente nos jovens, mas também já foram descritos casos em idosos e crianças. Pessoas com fragilidade emocional são mais sujeitas a contraírem a doença.
AGENTE ETIOLÓGICO: Pessoa que convive próxima à você, na maioria dos casos aquela que você sente um interesse especial. Em quase 100% dos casos são aquelas que ignoram você, não te respondem no Whatsapp ou em qualquer outra rede social. Geralmente são inacessíveis e te fazem sentir que não irá dar certo.
DIAGNÓSTICO: História Clínica: o paciente irá referir que conheceu a pessoa a pouco tempo ou só reparou nela no máximo em um período de um mês até a data atual. Também irá referir que na presença dela se sente bobo, entorpecido, com afasia, sudoreico e com calafrios. Irá referir que quando fala com a pessoa esquece tudo ao redor, mesmo ela o ignorando. Irá referir também piora do quadro ao entardecer ou quando está na presença da pessoa. Sem fator de melhora associado. Dor 10/10.
Exame Físico Geral: MEG, paciente consciente não orientado, acianótico, febril ao toque, anictérico, muito corado, taquipneico e taquicardico.
Exame Físico Neurológico: paciente totalmente dominado pela Paixonite.
Exame Físico Cardíaco: 2 bulhas arritmicas (em ritmo de escola de samba) com suspiros.
EXAMES COMPLEMENTARES: ECG se mostra útil para tentar entender o ritmo e a função cardíaca.
Tomografia da cabeça para tentar identificar se ainda há presença de massa encefálica.
TRATAMENTO: Geralmente a síndrome é autolimitada, mas pode ser necessária a prescrição de:
Amor próprio - uso contínuo.
Vergonha na cara - uso contínuo.
Conhecer outras pessoas - usar de finais de semana.
Focar nos estudos - de segunda à sexta feira.
Rivotril - nas crises.
EPIDEMIOLOGIA: Essa síndrome afeta populações do mundo todo. Mais recorrente nos jovens, mas também já foram descritos casos em idosos e crianças. Pessoas com fragilidade emocional são mais sujeitas a contraírem a doença.
AGENTE ETIOLÓGICO: Pessoa que convive próxima à você, na maioria dos casos aquela que você sente um interesse especial. Em quase 100% dos casos são aquelas que ignoram você, não te respondem no Whatsapp ou em qualquer outra rede social. Geralmente são inacessíveis e te fazem sentir que não irá dar certo.
DIAGNÓSTICO: História Clínica: o paciente irá referir que conheceu a pessoa a pouco tempo ou só reparou nela no máximo em um período de um mês até a data atual. Também irá referir que na presença dela se sente bobo, entorpecido, com afasia, sudoreico e com calafrios. Irá referir que quando fala com a pessoa esquece tudo ao redor, mesmo ela o ignorando. Irá referir também piora do quadro ao entardecer ou quando está na presença da pessoa. Sem fator de melhora associado. Dor 10/10.
Exame Físico Geral: MEG, paciente consciente não orientado, acianótico, febril ao toque, anictérico, muito corado, taquipneico e taquicardico.
Exame Físico Neurológico: paciente totalmente dominado pela Paixonite.
Exame Físico Cardíaco: 2 bulhas arritmicas (em ritmo de escola de samba) com suspiros.
EXAMES COMPLEMENTARES: ECG se mostra útil para tentar entender o ritmo e a função cardíaca.
Tomografia da cabeça para tentar identificar se ainda há presença de massa encefálica.
TRATAMENTO: Geralmente a síndrome é autolimitada, mas pode ser necessária a prescrição de:
Amor próprio - uso contínuo.
Vergonha na cara - uso contínuo.
Conhecer outras pessoas - usar de finais de semana.
Focar nos estudos - de segunda à sexta feira.
Rivotril - nas crises.
(Carlos A. T. Rossignolo)
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Me encontro perdido na escuridão
De meu quarto, as paredes me sufocam,
A música romântica toca baixinho,
Pois a hora já é avançada, mas meu peito
Me faz lembra de tempos atrás,
Tempos de angústia e de dor.
Quando fecho os olhos vejo:
No Paraíso uma árvore brilha,
A árvore alva que acena pra olhos humanos,
Em um vermelho quente e tentador,
Da fruta das angústias humanas,
Da atração e do pecado.
Mas parem românticos,
Não estamos na idade das trevas.
Estamos em um tempo em que o amor,
A sinceridade, a pureza e a fidelidade não existem.
Pobre são os corações apaixonados de hoje,
Que não morrem como Julieta por um amor,
Nem como Romeu por uma paixão,
Morrem apenas de desilusão.
(Carlos A. T. Rossignolo)
De meu quarto, as paredes me sufocam,
A música romântica toca baixinho,
Pois a hora já é avançada, mas meu peito
Me faz lembra de tempos atrás,
Tempos de angústia e de dor.
Quando fecho os olhos vejo:
No Paraíso uma árvore brilha,
A árvore alva que acena pra olhos humanos,
Em um vermelho quente e tentador,
Da fruta das angústias humanas,
Da atração e do pecado.
Mas parem românticos,
Não estamos na idade das trevas.
Estamos em um tempo em que o amor,
A sinceridade, a pureza e a fidelidade não existem.
Pobre são os corações apaixonados de hoje,
Que não morrem como Julieta por um amor,
Nem como Romeu por uma paixão,
Morrem apenas de desilusão.
(Carlos A. T. Rossignolo)
quinta-feira, 18 de abril de 2013
O Bonde da Medicina é a novo sensação
E pra começar tem anato de montão,
Vai, joga o Moore no chão vai, joga o Moore no chão,
Vai, joga o Moore no chão vai.
E pra começar tem anato de montão,
Vai, joga o Moore no chão vai, joga o Moore no chão,
Vai, joga o Moore no chão vai.
E pra passar benzinho aqui é só estudando,
Tem matéria todo dia, cu-cu-ca girando
cu-cu-ca girando, cu-cu-ca girando
Já liguei pra minha mãe e falei que eu to tentando,
E a tutoria como sempre, to pirando, to pirando, to pirando
Tem matéria todo dia, cu-cu-ca girando
cu-cu-ca girando, cu-cu-ca girando
Já liguei pra minha mãe e falei que eu to tentando,
E a tutoria como sempre, to pirando, to pirando, to pirando
E pra não pegar DP vou te falar um jeito novo,
Deixa a cachaça de lado, faz resuminho de morfo
faz resuminho de morfo, faz resuminho de morfo
faz resuminho de morfo.
Deixa a cachaça de lado, faz resuminho de morfo
faz resuminho de morfo, faz resuminho de morfo
faz resuminho de morfo.
(Carlos A. T. Rossignolo)
segunda-feira, 11 de março de 2013
Da janela dessa torre, Consigo ver todos os campos, Dourados riachos,As colinas e montanhas,Da janela dessa torre,Sinto os primeiros ventos,E aquecem os primeiros raios de sol,E sempre ouço o primeiro canto dos pássaros.Na janela dessa torre contemplo o mundo por uma visão,Mas apenas isso.Nessa torre estou preso, tão alto,Tão longe do chão que não consigo mais caminhar por mim.E os que veem lá debaixo não entendem,Que mais vale a liberdade a tudo isso.
(Carlos A. T. Rossignolo)
(Carlos A. T. Rossignolo)
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Perdido nas ruas
Nessas ruas singelas,
Cheias de medos e perigos,
Ao olhar a luz da lua brilhar,
Em uma poça de água suja,
Mistura-se beleza à aversão.
Esse vento cheio de poeira,
Que refresca tanto minha alma,
Essa doçura de jardim,
Me lembrando cheiro do meu passado,
Me contrapondo mais uma vez,
Me mostrando que o mundo,
Em toda sua beleza faz-se sujo,
E em toda sua desonra,
Também sabe ser belo.
O cantar do rouxinol me lembrou um amor...
Nem sei se foi amor,
Sei apenas que senti, sorri, sofri e percebi,
Que o coração é um músculo,
E ele sempre vai bater,
Independente se você estiver nele ou não!
(Carlos A. T. Rossignolo)
(Capa por Ana Luiza Franco)
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