Deus está para o Homem, assim como o Poeta para a Poesia. Nós somos a Poesia Divina!
(Carlos A. T. Rossignolo)
"Os poetas não têm pudor em relação às próprias experiências: eles as exploram!" Friedrich Nietzsche
quinta-feira, 22 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Atenas x Esparta
Das terras helênicas surgem duas gigantes,
Cidades-Estado tão fortes que colocaram o mundo
Sob seu mais vil capricho. Potência de deuses resplandescentes,
Senhoras da terra e dos mares. Berço de nossa memória.
Cultura ao nascer do sol, poesia ao pairar da lua,
Mentes agitadas crescendo no Mediterrâneo.
Nobres de cor púrpura filosofando o mundo,
Geração de dúvidas segundo após segundo.
Espadas vermelho de sangue rubro,
Mantos carmim de glória e orgulho,
Soldados, máquinas, guerra, homens,
Deuses da luta envolta de ninfas.
Em Atenas obras clássicas ressaltam a cultura
De um povo antigo e próspero,
Do berço da democracia e a inspiração
Dos mais belos feitos humanos heróicos.
Em Esparta seus filhos fortes homens,
Seu rei bravo e destemido, que na conquista
Por força subjulgava o mundo, e na armas
Construía a mais poderosa cidade bélica helena.
Oh Esparta, Oh Atenas...
Se eram feitas de homens,
Homens filósofos, homens soldados,
Se tinham Acrópole, Gerúsia, Eforato,
Por que permitem que se percam em vocês
Seus valores, suas glórias?
Porque o Pártenon permanece
E suas políticas de ética e humanidade não?
Porque permitem que vivamos no caos,
Sendo que pelo seus nascimentos
Aprendemos a desgualdade social?
Oh Paterfamilias... Por que dividiu seu genos?
Por que seus Eupátridas nos ensinaram a miséria
De nossas propriedades privadas e cultivaram o
Egoísmo n´alma de tão puros homens?
(Carlos A. T. Rossignolo)
Cidades-Estado tão fortes que colocaram o mundo
Sob seu mais vil capricho. Potência de deuses resplandescentes,
Senhoras da terra e dos mares. Berço de nossa memória.
Cultura ao nascer do sol, poesia ao pairar da lua,
Mentes agitadas crescendo no Mediterrâneo.
Nobres de cor púrpura filosofando o mundo,
Geração de dúvidas segundo após segundo.
Espadas vermelho de sangue rubro,
Mantos carmim de glória e orgulho,
Soldados, máquinas, guerra, homens,
Deuses da luta envolta de ninfas.
Em Atenas obras clássicas ressaltam a cultura
De um povo antigo e próspero,
Do berço da democracia e a inspiração
Dos mais belos feitos humanos heróicos.
Em Esparta seus filhos fortes homens,
Seu rei bravo e destemido, que na conquista
Por força subjulgava o mundo, e na armas
Construía a mais poderosa cidade bélica helena.
Oh Esparta, Oh Atenas...
Se eram feitas de homens,
Homens filósofos, homens soldados,
Se tinham Acrópole, Gerúsia, Eforato,
Por que permitem que se percam em vocês
Seus valores, suas glórias?
Porque o Pártenon permanece
E suas políticas de ética e humanidade não?
Porque permitem que vivamos no caos,
Sendo que pelo seus nascimentos
Aprendemos a desgualdade social?
Oh Paterfamilias... Por que dividiu seu genos?
Por que seus Eupátridas nos ensinaram a miséria
De nossas propriedades privadas e cultivaram o
Egoísmo n´alma de tão puros homens?
(Carlos A. T. Rossignolo)
sexta-feira, 9 de março de 2012
A Igreja e o Museu
Fazia frio e chovia numa noite sem luar,
As gotas d´água escorriam pelos olhos dos vitrais,
A catedral toda imponente não temia o relampejar,
E suas idolatrias zombavam o humano de forma sagaz.
Fazia calor e a luz do sol ao museu resplandecia,
Seus corredores tão longos traziam nossa história,
Relembrando o fascínio que a humanidade se esquecia,
Construindo as maravilhas de nossa racionalidade na memória.
O dinheiro que a Santa acumulava,
Não trazia em si o amor incondicional,
Mas sim o mundo que na alma reprimia e a matava.
As belas obras produzidas por mente animal,
Por si da divindade e do carinho declamavam,
A mais bela poesia de Deus sem igual.
(Carlos A. T. Rossignolo)
As gotas d´água escorriam pelos olhos dos vitrais,
A catedral toda imponente não temia o relampejar,
E suas idolatrias zombavam o humano de forma sagaz.
Fazia calor e a luz do sol ao museu resplandecia,
Seus corredores tão longos traziam nossa história,
Relembrando o fascínio que a humanidade se esquecia,
Construindo as maravilhas de nossa racionalidade na memória.
O dinheiro que a Santa acumulava,
Não trazia em si o amor incondicional,
Mas sim o mundo que na alma reprimia e a matava.
As belas obras produzidas por mente animal,
Por si da divindade e do carinho declamavam,
A mais bela poesia de Deus sem igual.
(Carlos A. T. Rossignolo)
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Vermelho
Na cor da paixão me perco inteiro, me perco
Nos teus cabelos lisos e escuros, me perco
No teu sorriso lindo, no seu olhar profundo me perco.
Me perco no seu abraço e me perco mais nos seus beijos.
Ah se me perco nas suas lágrimas que correm de saudade,
Olho pra elas e vejo minha vida refletida em um espelho.
Me perco nas suas carícias, nas suas broncas, me perco
Em sua preocupação comigo... Me perco nas horas,
O tempo voa quando estamos juntos, mas o tempo sabe o que faz,
Se ele voa é para ficarmos velhinhos mais rápido, e detalhe, juntos...
Me perco em seu desejo, em seu cheiro me perco, passo
De ator para figurante, fico todo sem jeito quando me olha.
E assim em você me perco todo, fico vermelho, fico dengoso.
Ai vem você e guarda contigo meu coração, meu coração vermelho
Que explode dia e noite de paixão!
(Carlos A. T. Rossignolo)
Balançar
O vento sopra uma brisa suave, alegre,
Cortante, pulsante. O momento é breve,
Marcante, errante... Assim vem o balançar.
Um balançar que ondula as ondas do mar...
Gosto desse seu gingado, desse corpo suado,
Gosto do seu andar, do seu beijo molhado,
Gosto do seu falar mancinho que remexe,
Por onde passa enlouquece meu olhar...
E é nesse balanço que me movo assim,
Que move meu olhar alvo em marfim,
Que me faz mesmo em pranto suspirar...
É nesse desenho que se torna ambulante,
Que gira na areia do mar salpicante,
E faz meu coração balançar e te amar!
(Carlos A. T. Rossignolo)
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Amor...
Eu te amo!
(Carlos . T. Rossignolo)
Luzes
Quando as coisas parecerem escuras,
Acenda suas luzes!
Quando a vida não valer um verso,
Acenda suas luzes!
Quando os amores passarem,
Ah, acenda suas luzes!
Quando um dia o sol se apagar,
Ilumine o mundo com suas luzes!
Quando o frio do inverno chegar,
Aqueça a todos com as suas luzes!
Quando lua não mais brilhar,
Excite os lobos com suas luzes!
Vá, acenda suas luzes, crie a felicidade,
Não se assuste com as sombras, pois são filhas das luzes.
Não se esqueça que dentro de você existe uma luz,
Que pode criar um mundo diferente diante dos seus olhos...
(Carlos A. T. Rossignolo)
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