Deveria estar aflito, confuso... Mas é essa paz interior que mexe comigo, em um momento tão delicado.
Acho que meu cérebro já passou a bloquear as coisas desnecessárias e comuns a mim, não respondo mais tão sensivelmente a impulsos externos.
Meu "EU" está tranquilo, pacífico. Não tenho mais conflitos, nem inspiração para escrever.
"Os poetas não têm pudor em relação às próprias experiências: eles as exploram!" Friedrich Nietzsche
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
É Você
Que alegra todas minhas manhãs,
Que transforma minhas alegrias vãs,
Que faz meu mundo um lugar melhor,
Que faz meus secretos sentimentos expor.
Você foi assim, essa boa ilusão,
Esse ritmo que toca o meu coração,
Esse impulso frenético e suave,
Um desejo de que nunca se acabe.
Nem o sol, nem o mar,
Nem as nuvens e o falar,
Nem as estrelas e o luar,
Vão me fazer parar.
Os pássaros no céu, as flores no jardim,
Te entrego o mundo, o infinito sem fim,
E esse sentimento que trago comigo,
Faz eu ver em ti, meu seguro abrigo.
(Carlos A. T. Rossignolo)
Que transforma minhas alegrias vãs,
Que faz meu mundo um lugar melhor,
Que faz meus secretos sentimentos expor.
Você foi assim, essa boa ilusão,
Esse ritmo que toca o meu coração,
Esse impulso frenético e suave,
Um desejo de que nunca se acabe.
Nem o sol, nem o mar,
Nem as nuvens e o falar,
Nem as estrelas e o luar,
Vão me fazer parar.
Os pássaros no céu, as flores no jardim,
Te entrego o mundo, o infinito sem fim,
E esse sentimento que trago comigo,
Faz eu ver em ti, meu seguro abrigo.
(Carlos A. T. Rossignolo)
domingo, 5 de setembro de 2010
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Eu acho que me apaixonei. Foi algo estranho, surreal e engraçado ao mesmo tempo e provavelmente, essa pessoa não irá saber que ela é a razão desse pequeno texto.
Você chegou, como de repente, entrou em minha vida, me olhou, nossos olhares se cruzaram e eu te analisando friamente. Com o passar das horas, seu jeitinho me conquistou, estava preso, mas admirava. Foi quem me alegrou, foi quem resgatou meu coração de uma duradoura inatividade.
Por você, acho que sofreria tudo outra vez, arriscaria meu "pseudo-feliz-estruturado-mundo" para te arrancar um sorriso, um gesto de carinho, um beijo! Arriscaria dizer: te amo.
É por você que estou aqui, é você que criou essas palavras e não eu. Você é a inspiração, é a força que faz saltar essas letras. É o autor desse texto e mais, do sentimento novo que estou sentindo.
(Desconhecido)
Você chegou, como de repente, entrou em minha vida, me olhou, nossos olhares se cruzaram e eu te analisando friamente. Com o passar das horas, seu jeitinho me conquistou, estava preso, mas admirava. Foi quem me alegrou, foi quem resgatou meu coração de uma duradoura inatividade.
Por você, acho que sofreria tudo outra vez, arriscaria meu "pseudo-feliz-estruturado-mundo" para te arrancar um sorriso, um gesto de carinho, um beijo! Arriscaria dizer: te amo.
É por você que estou aqui, é você que criou essas palavras e não eu. Você é a inspiração, é a força que faz saltar essas letras. É o autor desse texto e mais, do sentimento novo que estou sentindo.
(Desconhecido)
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Floresta
Em densa noite vazia,
Uma árvore a mim sorria,
Com as folhas ao vento triste,
Só a dor aqui existe.
A névoa pálida conduz,
O rio mostra vaga luz,
Das tumbas o orbe ausente,
De um lugar que foi contente.
Suas folhas cortam a vida,
Suas flores são fúnebres,
Seus ruídos são despedida.
Os mortos a ela imunes,
As lágrimas caem despidas,
Já não exala perfumes.
(Carlos A. T. Rossingolo)
Uma árvore a mim sorria,
Com as folhas ao vento triste,
Só a dor aqui existe.
A névoa pálida conduz,
O rio mostra vaga luz,
Das tumbas o orbe ausente,
De um lugar que foi contente.
Suas folhas cortam a vida,
Suas flores são fúnebres,
Seus ruídos são despedida.
Os mortos a ela imunes,
As lágrimas caem despidas,
Já não exala perfumes.
(Carlos A. T. Rossingolo)
Cartas
Fiz cartas de amor pra ti,
Pelas cartas cruas vivi,
Mas não achei nelas quão
Doce nome ser padrão.
Elas viram a brisa fria,
Nas noites de calmaria,
Da janela entrar discretas,
Pela dor que ainda resta.
Elas viram meu vão chorar,
Esses negros versos falar,
Do amor inalcansável,
Da amada inatingível.
Elas viram o fogo ardente,
Queimá-las contentemente,
Ao zombar do meu amor,
Ao meu peito por a dor.
(Carlos A. T. Rossignolo)
Pelas cartas cruas vivi,
Mas não achei nelas quão
Doce nome ser padrão.
Elas viram a brisa fria,
Nas noites de calmaria,
Da janela entrar discretas,
Pela dor que ainda resta.
Elas viram meu vão chorar,
Esses negros versos falar,
Do amor inalcansável,
Da amada inatingível.
Elas viram o fogo ardente,
Queimá-las contentemente,
Ao zombar do meu amor,
Ao meu peito por a dor.
(Carlos A. T. Rossignolo)
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