Da janela dessa torre, Consigo ver todos os campos, Dourados riachos,As colinas e montanhas,Da janela dessa torre,Sinto os primeiros ventos,E aquecem os primeiros raios de sol,E sempre ouço o primeiro canto dos pássaros.Na janela dessa torre contemplo o mundo por uma visão,Mas apenas isso.Nessa torre estou preso, tão alto,Tão longe do chão que não consigo mais caminhar por mim.E os que veem lá debaixo não entendem,Que mais vale a liberdade a tudo isso.
(Carlos A. T. Rossignolo)
"Os poetas não têm pudor em relação às próprias experiências: eles as exploram!" Friedrich Nietzsche
segunda-feira, 11 de março de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Perdido nas ruas
Nessas ruas singelas,
Cheias de medos e perigos,
Ao olhar a luz da lua brilhar,
Em uma poça de água suja,
Mistura-se beleza à aversão.
Esse vento cheio de poeira,
Que refresca tanto minha alma,
Essa doçura de jardim,
Me lembrando cheiro do meu passado,
Me contrapondo mais uma vez,
Me mostrando que o mundo,
Em toda sua beleza faz-se sujo,
E em toda sua desonra,
Também sabe ser belo.
O cantar do rouxinol me lembrou um amor...
Nem sei se foi amor,
Sei apenas que senti, sorri, sofri e percebi,
Que o coração é um músculo,
E ele sempre vai bater,
Independente se você estiver nele ou não!
(Carlos A. T. Rossignolo)
(Capa por Ana Luiza Franco)
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Ímpares
Como sua mãe e seu pai,
Estão contigo nos momentos de dor,
Levantam sua cabeça quando ela cai,
E sempre te enchem de amor.
Como os anjos no céu,
Estão todos de branco,
Não possuem asas nem véu,
Mas nos cuidam tanto quanto.
Como seu eterno amigo,
Ouvem antes de falar,
Guardam segredos consigo,
E o corpo ajudam curar.
Como sua paixão ardente,
Precisam sempre presente estar,
E quando você fica doente,
Seguem ao seu lado a caminhar.
Como o ar que respira,
São em sua vida fundamentais,
Da sua mente o mal retira,
Possuem cuidados sem iguais.
Como médicos que são,
Dedicam a vida a você,
Para que um dia então,
Possam entender o porquê,
De o ser humano amar,
De pela vida lutar,
De seu tempo abdicar,
De viver a estudar...
Tudo isso porque a vida vale a pena,
Ela merece ser preservada,
Merece ser cuidada,
Merece ser amada, admirada,
E esses profissionais ímpares
Lutam por esse bem.
(Carlos A. T. Rossignolo)
Estão contigo nos momentos de dor,
Levantam sua cabeça quando ela cai,
E sempre te enchem de amor.
Como os anjos no céu,
Estão todos de branco,
Não possuem asas nem véu,
Mas nos cuidam tanto quanto.
Como seu eterno amigo,
Ouvem antes de falar,
Guardam segredos consigo,
E o corpo ajudam curar.
Como sua paixão ardente,
Precisam sempre presente estar,
E quando você fica doente,
Seguem ao seu lado a caminhar.
Como o ar que respira,
São em sua vida fundamentais,
Da sua mente o mal retira,
Possuem cuidados sem iguais.
Como médicos que são,
Dedicam a vida a você,
Para que um dia então,
Possam entender o porquê,
De o ser humano amar,
De pela vida lutar,
De seu tempo abdicar,
De viver a estudar...
Tudo isso porque a vida vale a pena,
Ela merece ser preservada,
Merece ser cuidada,
Merece ser amada, admirada,
E esses profissionais ímpares
Lutam por esse bem.
(Carlos A. T. Rossignolo)
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Mexe...
Mexe esse seu corpo moreno,
Esses seus cachos ao vento,
Mexe esse seu sorriso branco,
Esses lábios rosados,
Mexe esses seus braços de amor,
Esse seu peito quente,
Mexe, menina, essa sua doce canção,
E vem com ela mexer meu coração!
(Carlos A. T. Rossignolo)
Esses seus cachos ao vento,
Mexe esse seu sorriso branco,
Esses lábios rosados,
Mexe esses seus braços de amor,
Esse seu peito quente,
Mexe, menina, essa sua doce canção,
E vem com ela mexer meu coração!
(Carlos A. T. Rossignolo)
Iniciais de seu nome
Alguns amores, por mais curtos que tenham sido,
Por menos beijos que se tenham dado,
Por menos abraços sentidos,
Persistem em ficar no peito pulsando.
Alguns amores adormecem dentro de nós,
Que com o sol resplandecente,
Ou com a lua cadente,
Persistem em voltar a doer.
Alguns amores nos deixam respirar,
Deixam lugares para outras paixões,
Nos deixam conhecer e sermos felizes,
Até quando querem voltar.
Alguns amores são assim, eles vão,
Eles vem, eles batem, eles convém.
Alguns amores nunca nos libertarão.
Porque eles são amores e sempre amarão!
Livres Relutantes Amamos...
(Carlos A. T. Rossignolo)
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Soneto de Desespero
Ó senhores do tempo,
Donos do mundo moderno,
Na minha angústia fiquem atentos,
E o meu fôlego façam eterno!
Ó sombras do passado,
Deixem minha mente crescer,
Enterrem o que está findado,
E deixem o que é vivo viver!
Não esqueçam dos pobres mortais
Ó ventos, céus e mares.
Não deixem de reparar nos iguais,
Que sofrem noite e dia,
Que tentam arrancar a angústia,
Do peito que está em eterna agonia!
(Carlos A. T. Rossignolo)
Donos do mundo moderno,
Na minha angústia fiquem atentos,
E o meu fôlego façam eterno!
Ó sombras do passado,
Deixem minha mente crescer,
Enterrem o que está findado,
E deixem o que é vivo viver!
Não esqueçam dos pobres mortais
Ó ventos, céus e mares.
Não deixem de reparar nos iguais,
Que sofrem noite e dia,
Que tentam arrancar a angústia,
Do peito que está em eterna agonia!
(Carlos A. T. Rossignolo)
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